Ao lado do Brasão de Armas e do Hino, a Bandeira é um símbolo municipal, de acordo com a Lei 2.253, de 1987.

A Bandeira de Taubaté tem autoria do radialista Emílio Amadei Beringhs, cofundador da rádio Difusora e sócio-fundador do Aeroclube Taubaté, vencedor do concurso público realizado pela Prefeitura durante a gestão do prefeito Guido José Gomes Miné.

Este símbolo foi adotado pela Lei 1.358, de 14 de julho de 1972, e tem a seguinte descrição e simbologia:

 

O desenho básico da Bandeira de Taubaté (retângulo ao qual se aplica um losango branco), inequivocamente a vincula com a Bandeira Nacional, dela apenas diferindo quanto às cores. 

As cores principais azul e branco - histórica e tradicionalmente ligadas a Taubaté sob o aspecto mais remoto, vinculam-se com as suas mais nobres origens, isto é com Portugal, berço comum da formação brasileira; azul e branco são as cores da primeira bandeira do Condado Portucalense (1097), quando Dom Henrique de Borgonha, seu primeiro titular, a compôs - uma cruz azul sob fundo branco. 

Mais tarde, essas cores, embora sob desenhos diferentes, reaparecem nas mais gloriosas bandeiras de Portugal, inclusive nas das descobertas (Bandeiras das Quinas). Já mais diretamente, essas são as cores dos cinco escudetes dispostos no centro do brasão de armas da Condessa de Vimieiro, Dona Mariana de Souza Guerra, a quem pertenciam as terras doadas em 1636 a Jacques Félix, para que ele fundasse Taubaté. 

Azul e branco são, também, as cores de uma das confrarias mais antigas da cidade - a Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte. São, ainda, as cores do Esporte Clube Taubaté, fundado em 1914, da Associação dos Empregados no Comércio e do Taubaté Country Club. 

No tocante ao simbolismo heráldico, observado universalmente, a cor azul significa alegria, sabedoria, lealdade e clareza: a cor branca significa pureza, riso, beleza e vitória - atributos que se casam perfeitamente como feitio taubateano. 

Os símbolos - o desenho básico evoca e homenageia o Pavilhão Nacional. O brasão de armas é apanágio eloquente das glórias do passado, das afirmações do presente e das aspirações do futuro de Taubaté; a estrela representa muito bem o distrito de Quiririm.

 

De acordo com a lei que instituiu a Bandeira, para cálculo das dimensões deverão ser observadas as seguintes regras:

 

a) a largura desejada deverá ser dividida em 14 partes iguais. Cada uma das partes será considerada uma medida ou um módulo;

b) o comprimento será de 20 módulos (20 M.);

c) a distância dos vértices do losango branco ao quadro externo, será de um módulo e sete décimos (1,7 M);

d) o escudo, ocupando o centro do losango, deverá ser inscrito num círculo imaginário cujo diâmetro terá três módulos e meio (3,5 M);

e) a estrela, colocada no centro do canto esquerdo do retângulo, ao alto, será determinada pela sua inscrição num círculo imaginário de um módulo e meio (1,5 M).

 

No estudo “Símbolos municipais”, o professor Antonio Carlos Argôllo Andrade conta que a  Bandeira de Taubaté foi “oficialmente adotada no mesmo ano de sua criação, 1972, e desde 2005 ela tremula altaneira do alto do edifício Félix Guisard, na praça de mesmo nome, como um ponto de referência visto de diversos pontos da cidade” (ANDRADE, Antonio Carlos Argôllo. Símbolos municipais. Divisão de Museus, Patrimônio e Arquivo Público Histórico de Taubaté. s.d. Disponível no Arquivo Histórico de Taubaté).

 

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